04/06/2026
Mais uma votação. Mais uma disputa política. Mais uma guerra de narrativas.
Mas, em meio a tudo isso, existe uma pergunta que não pode ser esquecida:
Quem está protegendo a criança?
Temas que envolvem violência sexual, vulnerabilidade e infância exigem responsabilidade institucional, não apenas capital político.
O debate é legítimo. A divergência é democrática.
Mas quando a política ocupa o centro da discussão, corremos o risco de afastar justamente aqueles que deveriam estar no centro da preocupação pública.