Lilian Vanessa Kochmann Advocacia Consultoria e Assessoria Jurídica

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07/12/2022

Meu respeito à todos os advogados deste país. Só nós sabemos o quanto está difícil advogar. Exaustivo, estressante.

Só o advogado conhece e sabe os motivos que o tocam dessa maneira.

Somos a voz e a proteção da vida de muitos, seja qual for a área do direito.

Desesperador ver um inocente condenado. É desesperador ver tantas irregularidades num processo e ser a única voz daquela pessoa.

Profissão sem apoio, "odiada pela maioria da sociedade, odiada pela maioria dos magistrados, servidores..."

É sobre exaustão do profissional, é sobre não ser respeitado, é sobre se curvar à decisões absurdas.

Por trás do choro é visível a coragem e a entrega.

Somos humanos, e defendemos imparavelmente , outros humanos.

Advocacia não é profissão de covardes!


Senhoras e Senhores. Ladies and Gentlemen. Na dúvida, procurem um advogado da sua confiança. Espero ter ajudado. Lilian ...
07/04/2022

Senhoras e Senhores. Ladies and Gentlemen. Na dúvida, procurem um advogado da sua confiança. Espero ter ajudado.
Lilian Vanessa Kochmann

Ontem, 06/04/2022, A BRIGA - advogados não brigam, em síntese, utilizam-se de argumentos jurídicos que são recursos linguísticos concebidos para persuadir – FOI FEIA.

Um colega do direito tributário me procurou para assessorá-lo na matéria trabalhista, e diga-se, o colega está indignado porque seu cliente está sendo demandado sobre a estabilidade gestante.
Enfim, expliquei tudo sobre estabilidade os deveres e direitos da gestante. Ao final ele me respondeu, você é totalmente a favor do empregado.

Educadamente respondi: Estou apenas te apresentando o que a lei determina, não fui eu que escrevi essas leis, seu cliente é empresário, deveria ter procurado assessoria jurídica antes mesmo de rescindir o contrato de trabalho da funcionária, a chamada assessoria jurídica preventiva.

Senhoras e Senhores, Ladies and Gentlemen Empresários e Empresárias, VISEM GARANTIR SEGURANÇA JURÍDICA ÀS PARTES NO MOMENTO DA DEMISSÃO. Espero ter ajudado.

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a exigência de exame de gravidez por ocasião de demissão de empregada não é conduta discriminatória e não viola a intimidade da trabalhadora. Para o colegiado, a conduta do empregador objetiva dar segurança jurídica ao término do contrato de trabalho (Processo nº RR-61-04.2017.5.11.0010, DEJT 18/06/2021).

A seguir, ementa do julgado para leitura:

(...) II - RECURSO DE REVISTA. ACÓRDÃO DO REGIONAL PUBLICADO SOB A ÉGIDE DA LEI 13.467/2017. EXIGÊNCIA DE REALIZAÇÃO DE EXAME PARA AVERIGUAÇÃO DO ESTADO GRAVÍDICO. ATO DE DISPENSA DA EMPREGADA. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. INDENIZAÇÃO . A lide versa sobre o pleito de indenização por danos morais decorrentes da exigência de exame de gravidez por ocasião da dispensa da trabalhadora. A exigência do exame de gravidez é vedada pela legislação, a fim de inibir qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de s**o, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros, ressalvados, nesse caso, as hipóteses de proteção à criança e ao adolescente (art. 7º, ###III, CF; art. 1º, Lei 9.029/95), sendo tipificada como crime "a exigência de teste, exame, perícia, laudo, atestado, declaração ou qualquer outro procedimento relativo à esterilização ou a estado de gravidez" (art. 2º, Lei 9.029). A CLT também proíbe a exigência de atestado ou exame para comprovação de gravidez na admissão ou para permanência no emprego (art. 373-A, IV). Assim, a CLT como a Lei 9.029/95 vedam a prática de ato discriminatório para efeito de admissão ou manutenção no emprego. A finalidade é impedir que o empregador, tendo conhecimento prévio do estado gravídico, deixe de admitir a candidata ao emprego, praticando, dessa forma, ato discriminatório. A exigência de exame de gravidez por ocasião da dispensa não pode ser considerada um ato discriminatório, tampouco violador da intimidade da trabalhadora. Pelo contrário, visa dar segurança jurídica ao término do contrato de trabalho, na medida em que, caso a trabalhadora esteja em estado gestacional, circunstância que muitas vezes ela própria desconhece, o empregador, ciente do direito à estabilidade, poderá mantê-la no emprego ou indenizá-la de antemão, sem que esta necessite recorrer ao judiciário. O que se resguarda, no caso, é o direito da empregada gestante ao emprego (art. 10, II, b , do ADCT), bem como do usufruto da licença previdenciária. Por outro lado, não é somente o direito da gestante que se visa resguardar com a estabilidade provisória decorrente. O nascituro também é objeto dessa proteção, tanto que o direito do nascituro também está implícito do art. 10, II, b, do ADCT. Assim, não há que se falar em eventual violação ao direito a intimidade quando também existem direitos de terceiros envolvidos, devendo ser realizada uma ponderação dos valores. Ademais, o ato de verificação de eventual estado gravídico da trabalhadora por ocasião da sua dispensa está abarcado pelo dever de cautela que deve fazer parte da conduta do empregador. Assim, como cabe ao empregador zelar pela segurança de seus funcionários no desempenho das atividades laborativas, também a observância do cumprimento da legislação, sobretudo a que resguarda a estabilidade da gestante, obrigações legais que estão abarcadas pelo dever de cautela do empregador. Com isso, não pode a exigência de comprovação do estado gravídico por parte do empregador, único meio para o conhecimento gestacional, ser considerada uma conduta ofensiva ao direito à intimidade . Não houve discriminação, tampouco violação do direito à intimidade da trabalhadora ao lhe ser exigido o exame de gravidez por ocasião da sua dispensa, e em consequência, a configuração do alegado dano moral passível de indenização, na medida em que se visou garantir o fiel cumprimento da lei. Intacto, portanto, o art. 5º, X, da Constituição Federal. Recurso de revista não conhecido. Conclusão: agravo de instrumento conhecido e provido. Recurso de revista não conhecido"(TST, RR-61-04.2017.5.11.0010, 3ª Turma, Redator Ministro Alexandre de Souza Agra Belmonte, DEJT 18/06/2021).

Senhoras e Senhores. Ladies and Gentlemen. Na dúvida, procurem um advogado de sua confiança. Espero ter ajudado.Ontem, 0...
07/04/2022

Senhoras e Senhores. Ladies and Gentlemen. Na dúvida, procurem um advogado de sua confiança. Espero ter ajudado.

Ontem, 06/04/2022, A BRIGA - advogados não brigam, em síntese, utilizam-se de argumentos jurídicos que são recursos linguísticos concebidos para persuadir – FOI FEIA.

Um colega do direito tributário me procurou para assessorá-lo na matéria trabalhista, e diga-se, o colega está indignado porque seu cliente está sendo demandado sobre a estabilidade gestante.

Enfim, expliquei tudo sobre estabilidade os deveres e direitos da gestante. Ao final ele me respondeu, você é totalmente a favor do empregado.

Educadamente respondi: Estou apenas te apresentando o que a lei determina, não fui eu que escrevi essas leis, seu cliente é empresário, deveria ter procurado assessoria jurídica antes mesmo de rescindir o contrato de trabalho da funcionária, a chamada assessoria jurídica preventiva.

Senhoras e Senhores, Ladies and Gentlemen Empresários e Empresárias, VISEM GARANTIR SEGURANÇA JURÍDICA ÀS PARTES NO MOMENTO DA DEMISSÃO. Espero ter ajudado.

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a exigência de exame de gravidez por ocasião de demissão de empregada não é conduta discriminatória e não viola a intimidade da trabalhadora. Para o colegiado, a conduta do empregador objetiva dar segurança jurídica ao término do contrato de trabalho (Processo nº RR-61-04.2017.5.11.0010, DEJT 18/06/2021).

A seguir, ementa do julgado para leitura:
(...) II - RECURSO DE REVISTA. ACÓRDÃO DO REGIONAL PUBLICADO SOB A ÉGIDE DA LEI 13.467/2017. EXIGÊNCIA DE REALIZAÇÃO DE EXAME PARA AVERIGUAÇÃO DO ESTADO GRAVÍDICO. ATO DE DISPENSA DA EMPREGADA. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. INDENIZAÇÃO . A lide versa sobre o pleito de indenização por danos morais decorrentes da exigência de exame de gravidez por ocasião da dispensa da trabalhadora. A exigência do exame de gravidez é vedada pela legislação, a fim de inibir qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de s**o, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros, ressalvados, nesse caso, as hipóteses de proteção à criança e ao adolescente (art. 7º, ###III, CF; art. 1º, Lei 9.029/95), sendo tipificada como crime "a exigência de teste, exame, perícia, laudo, atestado, declaração ou qualquer outro procedimento relativo à esterilização ou a estado de gravidez" (art. 2º, Lei 9.029). A CLT também proíbe a exigência de atestado ou exame para comprovação de gravidez na admissão ou para permanência no emprego (art. 373-A, IV). Assim, a CLT como a Lei 9.029/95 vedam a prática de ato discriminatório para efeito de admissão ou manutenção no emprego. A finalidade é impedir que o empregador, tendo conhecimento prévio do estado gravídico, deixe de admitir a candidata ao emprego, praticando, dessa forma, ato discriminatório. A exigência de exame de gravidez por ocasião da dispensa não pode ser considerada um ato discriminatório, tampouco violador da intimidade da trabalhadora. Pelo contrário, visa dar segurança jurídica ao término do contrato de trabalho, na medida em que, caso a trabalhadora esteja em estado gestacional, circunstância que muitas vezes ela própria desconhece, o empregador, ciente do direito à estabilidade, poderá mantê-la no emprego ou indenizá-la de antemão, sem que esta necessite recorrer ao judiciário. O que se resguarda, no caso, é o direito da empregada gestante ao emprego (art. 10, II, b , do ADCT), bem como do usufruto da licença previdenciária. Por outro lado, não é somente o direito da gestante que se visa resguardar com a estabilidade provisória decorrente. O nascituro também é objeto dessa proteção, tanto que o direito do nascituro também está implícito do art. 10, II, b, do ADCT. Assim, não há que se falar em eventual violação ao direito a intimidade quando também existem direitos de terceiros envolvidos, devendo ser realizada uma ponderação dos valores. Ademais, o ato de verificação de eventual estado gravídico da trabalhadora por ocasião da sua dispensa está abarcado pelo dever de cautela que deve fazer parte da conduta do empregador. Assim, como cabe ao empregador zelar pela segurança de seus funcionários no desempenho das atividades laborativas, também a observância do cumprimento da legislação, sobretudo a que resguarda a estabilidade da gestante, obrigações legais que estão abarcadas pelo dever de cautela do empregador. Com isso, não pode a exigência de comprovação do estado gravídico por parte do empregador, único meio para o conhecimento gestacional, ser considerada uma conduta ofensiva ao direito à intimidade . Não houve discriminação, tampouco violação do direito à intimidade da trabalhadora ao lhe ser exigido o exame de gravidez por ocasião da sua dispensa, e em consequência, a configuração do alegado dano moral passível de indenização, na medida em que se visou garantir o fiel cumprimento da lei. Intacto, portanto, o art. 5º, X, da Constituição Federal. Recurso de revista não conhecido. Conclusão: agravo de instrumento conhecido e provido. Recurso de revista não conhecido"(TST, RR-61-04.2017.5.11.0010, 3ª Turma, Redator Ministro Alexandre de Souza Agra Belmonte, DEJT 18/06/2021).

DENUNCIE! Não se cale! O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou neste domingo (7) o ba...
14/04/2021

DENUNCIE! Não se cale!

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou neste domingo (7) o balanço de dados sobre a violência contra a mulher recebidos pelos canais de denúncia do governo federal. Ao todo, em 2020, foram registradas 105.671 denúncias de violência contra a mulher, tanto do Ligue 180 (central de atendimento à mulher) quanto do Disque 100 (direitos humanos).
Do total de registros, 72% (75.753 denúncias) são referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher, informou a pasta. De acordo com a Lei Maria da Penha, esse tipo de violência é caracterizado pela ação ou omissão que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher. Ainda estão na lista danos morais ou patrimoniais a mulheres.

Do total de registros, 72% são referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher. O restante, que soma 28%, refere-se à violação de direitos civis e políticos.

14/04/2021

"A responsabilidade do fornecedor de serviço nas relações de consumo é objetiva e, por isso, prescinde da apuração do aspecto volitivo, sendo fundamental apenas a apuração da conduta e da existência do nexo de causalidade entre esta e o dano imposto ao consumidor. Na hipótese, é...

Mais uma vez obrigada ao Jornal o Popular, a jornalista Rosana Claudia Alberti, ao fotógrafo Marco Charneski e a todos o...
17/02/2021

Mais uma vez obrigada ao Jornal o Popular, a jornalista Rosana Claudia Alberti, ao fotógrafo Marco Charneski e a todos os envolvidos.
Matéria na íntegra.
Caderno especial do Jornal o Popular. Caderno digital.




EDIÇÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO – 131 ANOS A advogada Lilian Vanessa Kochmann atua nas áreas...

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