10/05/2026
MÃE: a presença física de Deus
Semana passada, reencontrei uma amiga no “melhor lugar do mundo” (Igarapé-Açu). Conversamos rapidamente, ocasião em que ela me contou que tinha separado do marido.
Justificou a separação com o argumento de que não deu mais certo. Ponderei que deu certo até o momento em que tinha que dar.
Como está em Eclesiastes, “há tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar” (Ec 3,5).
E reforcei que ela e o ex-marido têm dois filhos, o que, na minha compreensão - mas posso estar errado -, já revela que o relacionamento deu certo.
Isso porque a maternidade concretiza um dos propósitos de Deus na vida do casal, e a mãe é a presença física d’Ele.
Com efeito, ser mãe, para quem escolheu essa missão, é encarnar na vida dos filhos a presença de Deus. Como já o disse noutras oportunidades, “se Deus é pai, a mãe é Deus”.
A propósito, Leonardo Sullivan foi muito feliz quando cantou assim:
“Mãe, palavra que Deus inventou
Um anjo que à terra chegou
Voando nas asas do amor
Mãe, palavra mais doce que o mel
Talvez um pedaço de céu
Que Deus transformou em mulher.”
Quando falo de mãe, refiro-me a toda mulher que, a qualquer título, exerce o dom da maternidade, seja a mãe biológica, seja a mãe de coração, sejam as tias, as avós, as madrinhas, as madrastas e até as vizinhas que são verdadeiras mães.
A vocês mulheres, que exercem a maternidade, desejo um feliz “Dia das Mães”!
Por César Ramos