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Galassi & Nazatto Advogados Galassi & Nazatto Advogados é um tradicional escritório de advocacia, com atendimento diferenciado de qualidade e próximo aos seus clientes.

25/09/2026

Calma, ninguém foi atropelado na gravação deste vídeo.😅

Mas já que o assunto apareceu: o auxílio-acidente não é só para acidente de trabalho. Acidente de trânsito, em casa ou no futebol de fim de semana também pode dar direito, quando deixa uma sequela que reduz a capacidade para o trabalho que a pessoa fazia. E ele é pago como indenização, então dá para continuar trabalhando enquanto recebe.

Manda este vídeo para quem precisa rir hoje e ainda descobrir um direito que quase ninguém conhece. Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

24/09/2026

Quem nunca saiu de uma perícia do INSS com vontade de jogar tudo para o alto?

Imagina chegar numa perícia carregando uma dor que não aparece em exame nenhum. Esperar pela data, sentar na frente de alguém que mal olha para você e ouvir que dá para trabalhar normalmente. Tem doença que não aparece no raio-x, e mesmo assim é doença.

Ninguém chega à esse ponto por capricho. Chega porque está no limite, cansado de pedir ajuda e ser tratado como número.

Transtorno mental grave também pode dar direito a benefício por incapacidade. E precisa ser avaliado com a seriedade que merece, com laudo do psiquiatra e histórico de tratamento.

Manda este vídeo para quem já saiu de uma perícia se sentindo invisível.

Essa pessoa precisa saber que não está sozinha.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

23/09/2026

Ele foi denunciado por fraude porque estava trabalhando e recebendo benefício do INSS. Só que não tinha fraude nenhuma.

Existe um benefício que permite exatamente isso: o auxílio-acidente.

Ele é pago para quem sofreu um acidente e ficou com uma sequela que reduz a capacidade para o trabalho que fazia antes. A pessoa não precisa parar de trabalhar. O auxílio-acidente funciona como uma indenização mensal por essa redução.

E voltar ao trabalho não faz o benefício acabar: ele continua sendo pago até a aposentadoria.

Então, se você recebe auxílio-acidente e continua trabalhando, pode ficar em paz. Você não está fraudando ninguém. Está recebendo um direito.

Manda este vídeo para aquele colega que ficou com sequela de acidente, continua trabalhando e vive com medo de perder tudo. Essa pessoa precisa saber disso.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

22/09/2026

Nasceu entre 1960 e 1980 e acha que o único caminho é esperar a aposentadoria por idade?

Existe uma aposentadoria que muita gente nem sabe que existe: a aposentadoria da pessoa com deficiência.

E deficiência não é só cadeira de rodas. Pode ser física, mental, intelectual, visual ou auditiva, desde que seja de longo prazo e limite a sua vida no dia a dia. Quem confirma a deficiência e o grau é o INSS, numa avaliação com médico e assistente social.

Nessa aposentadoria, quanto mais grave a deficiência, menos tempo de contribuição é exigido. Na modalidade por tempo de contribuição, o valor é de 100% da média. E quem se aposenta assim pode continuar trabalhando.

Manda este vídeo para aquela pessoa da família que trabalha há anos convivendo com uma limitação e acha que vai ter que esperar a idade chegar. Pode ser que ela nem saiba que existe outro caminho.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

21/09/2026

Você se acidentou no trabalho, não conseguiu voltar e o benefício veio muito abaixo do que esperava.

Antes de qualquer coisa, entenda em qual situação você está. Se ainda existe chance de voltar a trabalhar, o caso é de benefício por incapacidade temporária, o que muita gente ainda chama de auxílio-doença. Se não há mais condição de voltar, o caso é de benefício por incapacidade permanente, a antiga aposentadoria por invalidez.

Depois da reforma da previdência, esse benefício permanente deixou de ser pago em 100% da média salarial. Em regra, ele parte de 60% e sobe conforme o seu tempo de contribuição.

Mas existe uma exceção que muda o valor. Quando a incapacidade vem de acidente de trabalho ou de doença ocupacional, o benefício pode ser pago em 100% da média salarial.

E aqui está o ponto que passa despercebido: ter a doença ou a sequela não basta. O que pesa é como o seu caso chega analisado e registrado no sistema do INSS, e é aí que a documentação certa faz diferença.

Se essa dúvida também pode ser de alguém que você conhece, encaminhe este vídeo para essa pessoa. Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

18/09/2026

Esse é o áudio mais leve do dia. Imagina o resto. 😅

Braço que não levanta, artrose, hérnia de disco, dor que vai e volta. Quem trabalha com previdenciário ouve isso todos os dias, de quem passou a vida trabalhando e hoje não sabe como vai acordar amanhã.

E tem uma frase nesse áudio que resume tudo: tem dia que está bem, tem dia que não está.

É justamente o dia ruim que uma avaliação de poucos minutos não enxerga. E para o INSS a lista de doenças, sozinha, não basta. O que ele analisa é se elas impedem você de trabalhar.

Marca aqui aquela pessoa que convive com dor todo dia e segue firme. Ela não está sozinha.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

17/09/2026

Benefício do INSS negado por "marcas recentes de biquíni". Você viu isso?

A trabalhadora estava na perícia por um problema ortopédico, e o perito anotou no laudo a marca do biquíni e a exposição recente ao sol, e negou o benefício.

Então quem tem problema no ombro, na coluna ou no joelho não pode tomar um sol nem em casa?

Este vídeo não é para falar mal de perito. É para você entender uma coisa: na perícia, tudo conta. O perito avalia você desde a hora em que entra pela porta, e toda informação que ele colhe pode ir parar no laudo.

E vale lembrar: benefício por incapacidade não é para quem está de cama. É para quem não consegue fazer o próprio trabalho sem dor.

Marca aqui aquela pessoa que está esperando perícia. Saber disso antes pode fazer diferença na hora.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do seu caso.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

16/09/2026

Bateram na porta, quiseram entrar, ela disse não e chamou a polícia.

A sua casa é sua. Ninguém entra sem a sua autorização, nem servidor, nem cadastrador, nem perito. Só com ordem da Justiça e dizer não é um direito seu.

E vale entender quem é quem nesse processo. Quem avalia o pedido do benefício assistencial é o INSS, com o assistente social e o perito do próprio INSS. O pessoal do cadastro do município cuida do cadastro social, que é pré-requisito para o benefício, mas não é quem decide o seu caso.

Em regra, essa avaliação do INSS é marcada na agência ou por videochamada. Em casa, só quando a pessoa comprovadamente não tem como sair.

E abrir armário, abrir geladeira e vasculhar a sua rotina não faz parte de avaliação nenhuma.

Compartilhe com quem recebe ou espera o benefício assistencial para que ela saiba seus direitos.

Busque sempre orientação com um especialista em ações contra o INSS.

15/09/2026

Advogado não gosta de fofoca. Advogado acompanha julgamento. 😎

Tudo leitura técnica. Acompanhar um julgamento de repercussão nacional também é estudo, e ninguém me convence do contrário.

Marca aquele amigo que também "não gosta" de fofoca, e me conta, tá acompanhando esse caso por ai também?

14/09/2026

A perícia do INSS começa antes de você entrar na sala. Existem três cuidados simples mudam a qualidade dessa avaliação.

O primeiro é o básico que muita gente esquece: documento pessoal com foto. Sem ele, você corre o risco de perder a ida à perícia.

O segundo é organizar os documentos médicos em ordem cronológica. Laudos, exames e relatórios em sequência mostram a evolução do seu quadro e facilitam a análise do perito. Papel solto e fora de ordem trabalha contra você.

O terceiro é o menos óbvio. Não se produza para ir à perícia. Vá como você está no seu dia a dia, porque a avaliação começa no momento em que você chega, e o que precisa aparecer ali é a sua realidade, não uma versão arrumada dela.

Nada disso é fórmula de aprovação. É o mínimo para que a sua limitação seja avaliada pelo que ela realmente é.

Salve este vídeo para rever antes da sua perícia e marque alguém que tem perícia marcada.
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