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14/10/2026
14/10/2026

Novas regras para atendimento ao consumidor com robôs.

07/10/2026

Propaganda irregular de candidatos permanecem após o primeiro turno. Comentei a respeito hoje no DF 1 - TV Globo Brasília.

Êh, Brasil!! 🤦🏻‍♂️
05/10/2026

Êh, Brasil!! 🤦🏻‍♂️

Vai entender…A maior parte da população brasileira vive do próprio trabalho: salário, aposentadoria, serviço público, pe...
04/10/2026

Vai entender…

A maior parte da população brasileira vive do próprio trabalho: salário, aposentadoria, serviço público, pequeno negócio ou trabalho autônomo.

Não é dona de banco.
Não é grande empresária.
Não vive de grandes fortunas ou de renda do capital.

Mesmo assim, eleição após eleição, boa parte dessa mesma população escolhe representantes que defendem reformas na Previdência, flexibilização de direitos trabalhistas, redução de gastos sociais e políticas econômicas mais favoráveis ao setor empresarial.

E depois se surpreende quando aumentam as exigências para se aposentar, mudam as regras trabalhistas ou direitos sociais entram na lista do que precisa ser “revisto” para equilibrar as contas.

Talvez esteja aí uma das grandes contradições da política brasileira:

votamos muito pela identidade, pelo discurso, pela religião, pelos costumes e pelas paixões políticas — e pouco pelos nossos próprios interesses materiais.

Empresário defender os interesses dos empresários é absolutamente compreensível.

O que merece reflexão é: quem vive do próprio trabalho está elegendo quem defende os seus?

Consciência de classe não significa votar automaticamente em um lado.

Significa, no mínimo, saber a que classe você pertence e quais interesses o candidato que recebe o seu voto efetivamente representa.

03/10/2026

Tenha consciência de classe. Não apenas nas eleições, mas sempre que pensar em política.
Política não é religião. Na hora de votar, pense em quem realmente representa os seus interesses.
A maioria de quem está assistindo a este vídeo é assalariada, aposentada, pensionista, profissional liberal, servidor público ou pequeno empreendedor.
Ou seja: gente que depende do próprio trabalho, e não de uma grande fortuna.
Agora olhe para quem elegemos para o Congresso.
Existe uma enorme desproporção entre a sociedade brasileira e quem ocupa os espaços de poder.
Empresários, grandes empreendedores e representantes do agronegócio têm forte presença no Congresso, enquanto trabalhadores têm uma representação proporcionalmente muito menor.
E é legítimo que esses grupos defendam seus interesses.A questão é: quem está defendendo os seus?
Se você vive de salário, observe o que seu candidato defende sobre direitos trabalhistas.
Se é aposentado ou pensionista, veja suas posições sobre Previdência.
Se é pequeno empreendedor, veja o que propõe sobre impostos e crédito.
Não estou dizendo para votar em alguém porque exerce a mesma profissão que você.
Estou dizendo: observe quais interesses essa pessoa representa.
Você pode ser de direita, de esquerda ou de centro.
Mas, antes de votar, pergunte:
os interesses que estou ajudando a colocar no Congresso são realmente os meus?
Porque os grandes grupos econômicos sabem muito bem quem representa os interesses deles.
E você? Sabe quem representa os seus?

Boa votação!

02/10/2026

VOTO BRANCO E VOTO NULO: VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

Com a proximidade das eleições, uma dúvida sempre aparece: afinal, qual é a diferença entre votar em branco e votar nulo?

Hoje, para o resultado da eleição, nenhuma.

No voto em branco, você aperta a tecla “BRANCO” e confirma. Já no voto nulo, você digita um número que não corresponde a nenhuma candidatura válida e confirma.

Mas nem sempre foi assim.

Antigamente, o voto em branco era considerado válido e era associado a uma ideia de conformismo: o eleitor estaria satisfeito com qualquer candidato que vencesse e eram transferidos ao vencedor.

Já o voto nulo, que era inválido, passou a ser visto como uma forma de protesto.

Essa diferença acabou com a CF de 88. Tanto o voto branco quanto o nulo ficam fora do cálculo dos votos válidos e não são transferidos para nenhum candidato.

Mas existe outro mito que continua até hoje:

“Se mais de 50% dos eleitores votarem nulo, a eleição será anulada.”

Não é verdade.

Essa confusão vem, principalmente, de uma interpretação equivocada do artigo 224 do Código Eleitoral, que prevê nova eleição em determinadas situações envolvendo a nulidade de mais da metade dos votos.

Só que voto nulo é uma coisa; voto anulado pela Justiça Eleitoral é outra.

Quando o eleitor digita um número inexistente e confirma, está simplesmente anulando o próprio voto.

Já a nulidade prevista na legislação decorre de situações jurídicas reconhecidas pela Justiça Eleitoral, como irregularidades que podem levar à anulação de votos.

Portanto, mesmo que mais de 50% dos eleitores votassem nulo, isso, por si só, não anularia a eleição.

Portanto, votos brancos e nulos não entram no cálculo dos votos válidos.

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