20/04/2025
OS MERCENÁRIOS "ATIVISTAS ".
Os que na verdade faziam o ativismo como tal, perderam a força em detrimento dos actos de alguns ativistas. Foi bem visível a força de vontade de muitos angolanos verem o MPLA fora do poder, mas a ganância e o egoísmo exacerbado, destruiu tudo que se conquistou com luta e suor. Em 2020 e princípios de 2021, o MPLA, não tremia os Partidos da Oposição, mas a vontade de poder dos revu's, que mobilizavam massas, quando se convoca uma determinada manifestação. Foi aí que o MPLA, através da CNJ e das organizações que lá faziam parte e outros ativistas de forma singular foram convocados para um diálogo com o JLO, enquanto estivemos em luto da morte do Inocêncio de Matos. É aí que o ativismo perdeu pernas, o mais agravante foi quando se divulgou a lista das casas prometidas em 2018... Que muitos buscaram refúgios, que o governo tem obrigação de dar habitação aos jovens, fazendo uma análise profunda, os que mais receberam tais casas, ou é ativista ou fazia parte da CNJ, nenhum cidadão de forma independente ou usou a legalidade para se beneficiar de uma habitação, todos tiveram porque carregavam um privilégio "Ativista". Estes pséudos ativistas, fizeram com que, todos normalizam-se o anormal e levaram a luta ou a causa a baixo, perdendo tudo, porque, já não se fazia pela causa, mas pelos benefícios próprios. Alguns convocavam manifestações, não para lutar pela causa, mas para ludibriar o governo pagarem pela mesma e posteriormente não saiam. Os mercenários ativistas, mataram a causa e sonho de ver uma angola melhor para benefícios próprios. Agora que tudo desmoronou o MPLA já não dá tanta atenção, para pagá-los, o biscato que faziam no ativismo morreu, querem voltar a fazer o ativismo no ativo para voltarem a ludibriar. Não só o MPLA, que matou o ativismo, a oposição também tem seus ativistas, que não faziam pela causa comum, mas para o ACJ. Concluindo, nunca houve anseios por parte de muitos verem angola melhor, mas sim para melhorar suas vidas... Estes é que chamamos de Mercenários Ativistas.