Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma

Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma A mediação é uma forma de resolução de conflitos informal e flexível, de carácter voluntário.

Os Litígios que podem ser resolvidos através da Mediação são: - Exercício das Responsabilidades Parentais; -Divórcio e Separação de pessoas e bens; -Reconciliação de Cônjuges Separados; -Atribuição e Alteração de Pensão de Alimentos provisórios ou definitivos; -Privação e/ou autorização do uso dos apelidos do outro cônjuge; - Atribuição da Casa Morada de Família; -Prestação de alimentos e outros c

uidados a familiares;
No que respeita às Vantagens do recurso à Mediação, pode destacar-se de entre outras as seguintes : -Dignifica a capacidade de autodeterminação das partes; -Viabiliza uma alternativa ao tribunal; - É um processo mais célere, menos dispendioso e menos burocrático; - Salvaguarda a reserva da vida privada; - Preserva as relações familiares; - Previne conflitos futuros; -Promove o diálogo estimulando a capacidade de negociação das partes; -Tem em conta opiniões, interesses, necessidades, sentimentos, e crenças das partes envolvidas, tornando-as elementos activos na construção do acordo.

O casamento pode já não ser para a vida, mas os filhos são para sempre!Quando o divórcio bate à porta, a dor, a raiva e ...
28/08/2026

O casamento pode já não ser para a vida, mas os filhos são para sempre!

Quando o divórcio bate à porta, a dor, a raiva e o ressentimento dão muitas vezes lugar ao impulso de magoar o outro ou de o fazer pagar pela separação. A vontade imediata é cortar relações e virar a página a ferro e fogo.

No entanto, por muito preciosos que os filhos sejam, eles não são uma posse. Nenhum pai ou mãe tem o direito de afastar o outro da vida dos filhos ou de os usar como arma de arremesso.

Sabemos que o diálogo nesta fase é uma miragem, muitas vezes, a falta dele foi o rastilho para o fim da relação.

Se estás a avançar para um processo de divórcio por mútuo consentimento, ou a tratar da regularização das responsabilidades parentais, não tens de o fazer sozinho ou em guerra aberta.

A Mediação Familiar não apaga o passado, mas constrói a ponte para o futuro. É o espaço onde a comunicação volta a fluir para desenhar soluções à medida da vossa família, colocando sempre o foco no que realmente importa: proteger o bem-estar e o interesse superior das crianças.

Quer dar o primeiro passo para encontrar a paz e proteger os seus filhos?

Envie mensagem privada ou contacte-nos para agendar uma conversa inicial, totalmente confidencial.

Vamos conversar sobre como a Mediação Familiar pode ajudar a vossa família a virar esta página com diálogo e serenidade.

Contactos:

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Email: [email protected]

Diz o provérbio que «um pai é para dez filhos, mas dez filhos não são para um pai». A história do Sr. Joaquim é o retrat...
23/08/2026

Diz o provérbio que «um pai é para dez filhos, mas dez filhos não são para um pai». A história do Sr. Joaquim é o retrato cruel dessa verdade.

Nascido numa pequena aldeia do Alentejo na década de 40, o Sr. Joaquim cresceu a conhecer de perto a fome e a pobreza, como tantos da sua geração. Num bailarico, conheceu a Maria e, juntos, decidiram «enfrentar a vida». Tiveram três filhos, não mais, porque o objetivo era um só: dar-lhes um futuro melhor e afastá-los da miséria dos anos 60.

Trabalharam no campo de sol a sol. À noite, à luz da candeia, a Dona Maria ainda costurava para fora para garantir que nada faltasse à mesa. Os filhos cresceram, estudaram na aldeia e, a seu tempo, partiram para Lisboa. Na capital, assentaram vida, constituíram família e alcançaram a estabilidade que os pais tanto desejaram.

Os anos passaram. O Sr. Joaquim e a Dona Maria continuaram no Alentejo, a sobreviver com uma reforma miserável que mal chegava para os medicamentos. E os filhos? Deixaram de aparecer. Havia sempre uma desculpa: o trabalho, a rotina, as atividades dos miúdos...

Um dia, a vizinha Rosa ligou a dar a notícia: a Dona Maria tinha falecido durante o sono. Os filhos vieram ao funeral, mas partiram no próprio dia, deixando o Sr. Joaquim sozinho numa casa cada vez mais vazia.

Três meses depois, a vizinha voltou a ligar. O Sr. Joaquim perdia as forças, recusava a medicação e parecia desistir da vida. A resposta foi um telefonema rápido de um dos filhos a pedir para ele comer e tomar os remédios. Visitas? Ninguém teve tempo.

Um mês mais tarde, o telefone tocou pela última vez. O Sr. Joaquim tinha posto fim à vida.

Naquela casa fria, debaixo do corpo sem vida, foi encontrado um bilhete dobrado:

«Filho és, pai serás; como fizeres, assim acharás.»

Pensemos nisto. A vida corre depressa, mas o tempo não volta atrás. Lembre-se de quem tudo fez por si antes que seja tarde demais. Ligue aos seus pais. Visite-os hoje. Não Espere que seja Tarde de Mais.

# Entregerações- Mediação familiar na Parentalidade e no Envelhecimento

Separar e voltar... sabe qual é o verdadeiro impacto desta montanha-russa nos seus filhos? Muitas vezes, a tentativa con...
13/08/2026

Separar e voltar... sabe qual é o verdadeiro impacto desta montanha-russa nos seus filhos?

Muitas vezes, a tentativa contínua de reconciliação é feita com a melhor das intenções. No entanto, o chamado "relacionamento ioiô" (ou instabilidade conjugal crónica) pode causar um impacto emocional nas crianças ainda mais prejudicial do que uma separação definitiva e bem resolvida.

Quando o ambiente familiar muda constantemente, a imprevisibilidade impede que a família encontre estabilidade, mantendo todos os elementos num estado permanente de alerta.

Como é que isto afeta as crianças?

• Instabilidade e "Montanha-Russa" Emocional: A cada regresso surge a esperança; a cada nova rutura, o luto e a desilusão. Este ciclo desgasta emocionalmente a criança e dificulta a construção de laços de confiança seguros.

• Ansiedade e Sensação de Insegurança: Sem uma rotina previsível, a criança sente que "perde o chão". Isto manifesta-se em ansiedade elevada, medo constante do abandono e dificuldades de concentração na escola, com impacto direto no seu aproveitamento.

• Culpa Desnecessária: As crianças tendem a achar que a culpa das idas e vindas dos pais é do seu próprio comportamento, carregando um fardo que não lhes pertence.

• Modelo de Relacionamento Distorcido: A família é o primeiro espelho e o nosso primeiro espaço de aprendizagens. Vivenciar a instabilidade faz com que a criança passe a normalizar o conflito e a falta de limites nas suas futuras relações.

O papel transformador da Mediação Familiar

Como interromper este ciclo destrutivo?

A Mediação Familiar é uma das ferramentas mais eficazes para trazer clareza.
Diferente do tribunal (que foca apenas nos aspetos legais) ou da terapia (voltada para a cura emocional), a mediação oferece um espaço neutro, prático e seguro para:

1. Reorganizar a dinâmica familiar.

2. Estabelecer acordos claros e realistas.

3. Decidir com clareza, quer seja para investir numa relação estável, quer seja para encerrar a vida conjugal com respeito, é essencial para salvaguardar o superior interesse dos filhos.

Lembre-se: a relação de casal pode terminar, mas o papel de pais é para sempre. A estabilidade emocional dos seus filhos depende da clareza das suas decisões.

Gostava de saber mais sobre como a Mediação Familiar pode ajudar a sua família?

Envie-nos uma mensagem privada ou contacte-nos através dos seguintes contatos:

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Separados ou Divorciados: O Acordo "de Boca" Tem Valor Legal? Quando uma relação termina, muitos pais optam por acordos ...
06/08/2026

Separados ou Divorciados: O Acordo "de Boca" Tem Valor Legal?

Quando uma relação termina, muitos pais optam por acordos informais sobre os filhos. Mas a verdade é esta: O Acordo não têm qualquer validade legal.

Em Portugal, a Regulação das Responsabilidades Parentais (RRP) é obrigatória por lei. Sem ela, não pode exigir o cumprimento de pensões ou visitas, nem resolver questões básicas do dia a dia.

Quando é obrigatória?

• Divórcio ou Separação: O processo só fecha com a RRP aprovada.
• União de Facto: Essencial para definir guarda, visitas e pensão de alimentos.
• Burocracias: Exigida para o IRS, escolher escolas, emitir passaportes ou pedir apoios sociais.

Como resolver?

1. Mútuo Acordo: Na Conservatória ou online (IRN). Rápido e sem juiz.
2. Via Judicial: No Tribunal de Família, caso não existam consensos.

A Solução: Mediação Familiar

Não precisa de ir para tribunal ou desgastar-se em conflitos. A Mediação Familiar ajuda os pais a construir um acordo pacífico, rápido e totalmente personalizado, focado no que realmente importa: o bem-estar dos filhos. O diálogo é sempre o melhor caminho.

Precisa de ajuda para orientar a sua família?

Não passe por este processo sozinho. Conte com o apoio especializado dos serviços da Entregerações - Mediação Familiar na Parentalidade e no Envelhecimento. Estamos aqui para ajudar a construir pontes e soluções equilibradas para o futuro dos seus filhos.

Entre em contacto connosco por mensagem privada ou através do tmv-926617842 ou email: [email protected]

28/07/2026

Os dados estatísticos sobre envelhecimento retratam a realidade que todos já sabem, já ouviram falar! Vive-se mais anos mas não se vive necessariamente melhor e temos uma população altamente envelhecida.

E porque falo disto então?
Porque é urgente acordarmos para esta realidade!

Não existem respostas suficientes para o ritmo do envelhecimento e longevidade atual. Não estão, na sua grande maioria, as respostas preparadas para garantir os melhores cuidados – quer ao nível de cultura institucional, visão, preparação e formação dos seus recursos humanos e rácios.
É importante percebermos todos que estamos a envelhecer. E que se tudo correr bem, também seremos confrontados com a nossa longevidade.
É necessário tomarmos consciência da responsabilidade que cada um tem na preparação desta etapa da vida, tal como planeamos as outras fases da vida. Não se sabe em que condições chegaremos à idade maior, mas há uma enorme responsabilidade do caminho que tomamos.
É importante exigir melhores respostas, tomar iniciativa de se fazer ouvir, mas acima de tudo pensar sobre cada uma das suas escolhas de vida. Que impacto as mesmas podem vir a ter na minha idade maior?

Por exemplo, se vai fazer uma obra na casa de banho, não pense apenas no sentido estético, mas acima de tudo nas opções funcionais e que permitam a maior autonomia, como por exemplo o acesso ao banho, as barras de apoio, o espaço da porta e a disposição do espaço para uma mobilidade menor.

Quererá entregar as escolhas da sua vida a outras pessoas? Passar essa responsabilidade para outros e sujeitar-se a algo que não é a sua vontade?

Se pretende começar a planear o seu envelhecimento em casa, a Dora Dias – Assistente Social pode ajudar. Marque já a sua consulta pelo [email protected]

Hoje assinala-se o Dia dos Avós. No entanto, para muitas famílias, esta data não será de festa: muitos avós serão impedi...
26/07/2026

Hoje assinala-se o Dia dos Avós. No entanto, para muitas famílias, esta data não será de festa: muitos avós serão impedidos de abraçar os seus netos devido a conflitos familiares nos quais as crianças nunca deveriam ser envolvidas.

É preciso dar nome a esta realidade dolorosa: a alienação parental que afeta os avós ocorre quando um ou ambos os progenitores afastam os filhos do convívio com a geração mais velha. Esta privação é uma injustiça que marca profundamente quem a vive. Em Portugal, a própria lei reconhece e protege este vínculo essencial: o Artigo 1887.º-A do Código Civil estabelece claramente que os pais não podem privar os filhos, sem justa causa, do contacto com os avós. Mais do que um direito legal, este convívio é um pilar fundamental para o desenvolvimento emocional e para a construção da identidade de qualquer criança.

Quando as mágoas bloqueiam este vínculo, a justiça tradicional nem sempre consegue curar as relações. É fundamental abrir espaço para um diálogo guiado, onde o foco deixa de ser a disputa e passa a ser o entendimento.

Se a sua família enfrenta dificuldades em assegurar esta convivência intergeracional, não permita que o silêncio ou o litígio se sobreponham aos afetos.

Escolha o caminho do entendimento e entre em contacto com o "Entregerações - Mediação Familiar na Parentalidade e Envelhecimento".

O nosso serviço de Mediação Familiar é o primeiro passo para devolver a harmonia ao seu lar e proteger o sorriso dos seus netos.

Se o diálogo se rompeu, lembre-se de que não precisa de percorrer este caminho sozinho.

Escolha a via da mediação para construir um futuro onde o afeto e a união entre gerações prevaleçam.

Mude a história da sua família hoje mesmo:
• 📞 Telefone / WhatsApp: 926 617 842
• ✉️ E-mail: [email protected]

O que é a Mediação Familiar Transfronteiriça?A Mediação Familiar Transfronteiriça é uma forma de resolver conflitos fami...
23/07/2026

O que é a Mediação Familiar Transfronteiriça?
A Mediação Familiar Transfronteiriça é uma forma de resolver conflitos familiares quando os pais vivem em países diferentes ou têm nacionalidades distintas. Com o apoio de um mediador neutro e imparcial, as partes são ajudadas a encontrar soluções equilibradas e acordos duradouros, sempre com foco no interesse da família e do superior interesse da criança.

A quem se destina?
Destina-se a casais de diferentes nacionalidades, pais que vivam em países distintos ou famílias que enfrentam questões familiares com dimensão internacional.

Em que tipo de situações se aplica?
-Separação ou divórcio;
- Alteração de residência dos filhos;
- Incumprimento de visitas;
- Casos de rapto parental;

Principais Vantagens:
- Resolução mais rápida dos conflitos;
- Processo flexível e adaptado à realidade da família;
- Menor desgaste emocional para todos os envolvidos;
- Promoção do diálogo e da cooperação;
- Proteção do bem-estar e da estabilidade das crianças.

Funciona com qualquer país?
Pode ser tentada de forma voluntária com qualquer país, mas a força jurídica do acordo depende dos tratados internacionais:
- Na União Europeia: Eficácia máxima e reconhecimento automático do acordo.
- Países fora da UE (com Convenção de Haia): Eficácia moderada. O acordo precisa de homologação nos dois países.
- Países sem acordos: Eficácia reduzida. O acordo é informal e sem força de lei automática.

Onde obter apoio em Portugal?
- Sistema de Mediação Familiar (SMF): Através do site Justiça.gov.pt ou do Portal Meios RAL+.
- Portal Europeu da Justiça: Para informações sobre mediadores internacionais.

As fronteiras podem dividir territórios, mas não os afetos. A mediação familiar transfronteiriça permite que famílias encontrem entendimento e construam soluções duradouras, mesmo quando vivem em países diferentes.

Para informações sobre mediação familiar contacte-nos através do email [email protected]

A violência contra a Pessoa Maior pode assumir diversas formas, verbal, física, psicológica, financeira ou até através d...
15/06/2026

A violência contra a Pessoa Maior pode assumir diversas formas, verbal, física, psicológica, financeira ou até através da negligência. Muitas vezes, surge em contextos familiares marcados por conflitos, dificuldades de comunicação e desgaste das relações.

Neste Dia da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Maior, importa recordar que a prevenção começa pela promoção do diálogo, da tolerância, do respeito e da dignidade de cada pessoa.

A mediação familiar desempenha um papel fundamental neste processo, criando um espaço seguro para a comunicação, a gestão construtiva de conflitos e a procura de soluções que tenham em conta as necessidades, as vontades e os direitos de todos os membros da família, incluindo os mais velhos.

Promover relações familiares mais saudáveis é também uma forma de prevenir situações de violência e de reforçar uma cultura de cuidado, proteção e respeito pelas Pessoas Maiores.

Porque envelhecer com dignidade e em segurança é um direito de todos.

Se necessitar de ajuda, recorra à Mediação Familiar. Não hesite em contactar.
“Entregerações, Mediação Familiar na Parentalidade e no Envelhecimento” – 926617842




Maior

Aos 90 anos, a Dona Rosália é o que podemos chamar de um espírito livre. Sempre viveu à sua maneira, com a autonomia de ...
12/06/2026

Aos 90 anos, a Dona Rosália é o que podemos chamar de um espírito livre. Sempre viveu à sua maneira, com a autonomia de quem sabe exatamente onde quer estar. Mas a vida pregou-lhe uma partida: uma queda, um fémur fraturado e uma cirurgia que mudou tudo num instante.
No hospital, o medo da sobrinha, a sua familiar mais próxima, falou mais alto. Por preocupação e sem ver outra saída, decidiu que o destino da tia seria um lar. Quando a Dona Rosália soube, o corpo reagiu: a tensão subiu perigosamente necessitando de intervenção rápida da equipa de enfermagem. "Nunca lhe vou perdoar", disse ela.
Quantas vezes, em nome do "cuidar", tiramos o direito de escolha a quem amamos?
Felizmente, a história não acabou num silêncio mudo entre as duas. Através da Mediação Familiar, sentaram-se à mesma mesa. Pela primeira vez, ouviram-se a sério.
A Dona Rosália percebeu o susto da sobrinha. A sobrinha compreendeu que a idade, por si só, não nos retira a capacidade de decidir sobre o nosso próprio destino.
O desfecho? O respeito venceu.
Em vez de um lar imposto, a Dona Rosália regressou a casa com um serviço de Senior Sitting. Tem o apoio de que precisa, mas mantém o que lhe é mais sagrado: a sua autodeterminação.
Cuidar é também saber respeitar o "não" do outro. Envelhecer com dignidade é ter o direito de continuar a ser o capitão do nosso próprio barco.
Para informações sobre mediação familiar no envelhecimento contacte através do email [email protected].

Hoje assinala-se o Dia da Mãe. Contudo, para muitas mães, esta data é marcada pela ausência e pela dor, por se encontrar...
03/05/2026

Hoje assinala-se o Dia da Mãe. Contudo, para muitas mães, esta data é marcada pela ausência e pela dor, por se encontrarem impedidas de contactar com os seus filhos. Há, inclusive, mães que desconhecem o paradeiro das crianças, por terem sido vítimas de rapto parental.

Em contextos de conflito entre adultos, são as crianças quem mais sofre, vendo-lhes negado um direito fundamental consagrado na Convenção sobre os Direitos da Criança, nomeadamente no seu artigo 9.º “ a criança tem o direito de viver com os seus pais, salvo se tal se revelar incompatível com o seu superior interesse, bem como o direito de manter contacto regular com ambos, mesmo quando separada de um ou de ambos.”

A Mediação Familiar afirma-se, assim, como um instrumento essencial de carácter preventivo, contribuindo para a salvaguarda deste e de muitos outros direitos das crianças, frequentemente comprometidos pelos próprios progenitores.




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