11/02/2026
Ser advogada em Direito Médico e da Saúde, para mim, vai muito além da atuação profissional, é uma missão. Eu já estive do outro lado. Já fui paciente oncológica, enfrentei o medo, a incerteza e a vulnerabilidade que o diagnóstico traz. Hoje, estou em remissão, e essa vitória transformou a minha forma de advogar.
Na defesa dos direitos dos pacientes oncológicos, eu não atuo apenas com técnica e estratégia jurídica, mas com vivência, empatia, sensibilidade e propósito. Sei o que significa uma negativa de tratamento, a angústia da espera por um exame, a urgência de um medicamento.
O trabalho vai muito além dos processos. Envolve garantir medicamentos, cirurgias, exames, terapias e dignidade. É assegurar que o plano de saúde e o Estado cumpram seu dever, respeitando a legislação e, principalmente, a vulnerabilidade de quem enfrenta o câncer.
É atuar onde a vida pede urgência e o direito precisa ser humano. É transformar negativas em acesso, burocracia em tratamento, papel em esperança.
Minha advocacia é firme, humana e comprometida com a vida, porque cada processo representa uma história real. E lutar pelo acesso à saúde, é uma continuação da própria luta que um dia também foi minha, porque por trás de cada ação existe uma história, uma família e uma luta pela vida.