22/11/2025
Liberdade para Jair Messias Bolsonaro
Senhoras e senhores,
Amigos, patriotas, irmãos de nação,
Hoje eu não falo apenas como cidadã.
Eu falo como brasileira que carrega no peito o amor pela pátria, a coragem de não se calar e a fé inabalável de que o Brasil ainda tem um futuro grandioso à sua espera.
Sou filiada ao Partido Liberal e sou Bolsonarista — e digo isso com honra.
E para aqueles a quem isso incomoda, eu digo respeitosamente: a porta da saída está aberta. Porque esta casa é de quem tem compromisso com a verdade, com a liberdade e com o Brasil.
Defendo Jair Messias Bolsonaro porque reconheço nele um homem íntegro, honesto e, na minha visão, o maior Presidente que esta nação já teve. Um líder que governou sem se curvar a privilégios, sem ceder à velha corrupção e sem entregar o país aos interesses dos poderosos.
Mas hoje, meus amigos, eu venho aqui falar de algo que vai muito além de política.
Eu venho falar da alma da nossa República.
Estamos vivendo um tempo em que a Justiça tem sido ferida, distorcida e manipulada. E nós, que acreditamos em liberdade, não podemos assistir a isso em silêncio. Não podemos aceitar que Bolsonaro e tantos patriotas sejam tratados como criminosos, quando sequer lhes foi assegurado o que a própria Constituição determina.
E aqui eu relembro a todos:
A Constituição Federal, no seu Artigo 1º, inciso III, estabelece a dignidade da pessoa humana como fundamento do Estado brasileiro.
E o Artigo 5º garante a todos nós — todos — o direito à liberdade, à igualdade, à ampla defesa, ao devido processo legal e à proteção contra prisões arbitrárias.
Quando esses direitos são violados, não estamos diante de um Estado de Direito.
Estamos diante de um projeto de dominação.
O Brasil, meus irmãos, está sendo tomado por aqueles que atuam como tiranos, que manipulam, intimidam e silenciam. Eles tentam sufocar nossa voz e enterrar nossa liberdade para que nunca mais possamos levantar voo. Tentam transformar o medo em corrente, e a injustiça em rotina.
Mas o Brasil não é terra de covardes.
Nós somos um povo que não desiste.
Somos um povo que resiste.
Somos um povo que se levanta, mesmo quando querem nos ver de joelhos.
Nós somos como um enxame de abelhas — unidos, organizados e imbatíveis quando protegemos nossa colmeia.
Somos como um formigueiro profundo e incansável, onde cada brasileiro é um trabalhador na construção do futuro.
Somos como o mar gigantesco, que insiste, que bate, que resiste — até romper as rochas mais duras.
Assim somos nós:
um povo que não aceita ser calado,
um povo que luta todos os dias,
um povo que carrega dentro de si a fé, a coragem e a resistência dos que nasceram para ser livres.
George Orwell, em A Revolução dos Bichos, descreveu com clareza o que acontece quando os “porcos” assumem o poder e transformam a esperança em tirania.
E hoje, no Brasil, vemos sombras dessa mesma tirania se espalhando.
Mas aqui, meus amigos…
a história não está escrita.
A história somos nós que escrevemos.
Nós, o povo brasileiro.
Nós, que não desistimos.
Nós, que conhecemos o valor da liberdade.
Nós, que honramos nossa pátria, nossa bandeira e nossa Constituição.
Que este momento sirva como um chamado —
um chamado à união,
um chamado à coragem,
um chamado à luta pacífica, digna e firme
pela restauração da justiça,
pela proteção da dignidade humana,
e pela defesa inegociável da liberdade.
Que Deus abençoe cada patriota aqui presente.
Que Deus ilumine nosso caminho.
E que a chama da liberdade continue ardendo dentro de nós,
porque enquanto houver um brasileiro disposto a lutar pela verdade,
a tirania jamais vencerá.
Brasil acima de tudo.
Deus acima de todos.
Erika Gasbarro
( Fundamentação Constitucional – Dignidade Humana e Art. 5º )