24/08/2026
“Eu achei que era só um dedo.”
Essa foi uma das primeiras frases que ouvi durante uma consulta.
Depois de sofrer um acidente, o cliente fez tratamento, recebeu alta e voltou a trabalhar. Como a lesão parecia pequena, acreditava que não existia mais nenhum direito a ser analisado.
Durante a conversa, percebi que ele havia perdido força e precisão para executar tarefas que faziam parte da sua rotina profissional.
Em situações como essa, pode existir o direito ao auxílio-acidente, desde que estejam presentes os requisitos previstos na legislação. Cada caso depende de uma análise individual, considerando a sequela, a atividade exercida e a documentação médica.
Nem sempre a gravidade da lesão é o ponto principal. Muitas vezes, o que faz diferença é o impacto que ela deixou na capacidade de trabalho.
Se você ficou com alguma limitação permanente após um acidente, é importante buscar orientação jurídica especializada para entender se existe algum direito a ser analisado.
Eu, Cinthia Castilho, acredito que cada história merece uma análise cuidadosa, porque nenhuma situação previdenciária é exatamente igual à outra.