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Você já conferiu se todo o seu histórico de trabalho aparece corretamente no CNIS?O Cadastro Nacional de Informações Soc...
31/07/2026

Você já conferiu se todo o seu histórico de trabalho aparece corretamente no CNIS?

O Cadastro Nacional de Informações Sociais reúne os vínculos de emprego, remunerações e contribuições utilizados pelo INSS na análise dos benefícios.

Por isso, é importante verificar se existem:

✔ vínculos que não aparecem;
✔ datas de entrada ou saída incorretas;
✔ salários ou contribuições ausentes;
✔ pagamentos feitos por carnê sem registro;
✔ informações diferentes das anotadas na Carteira de Trabalho.

Essas pendências não significam, necessariamente, que o período foi perdido. Porém, podem exigir documentos e esclarecimentos no momento do pedido do benefício.

Carteira de Trabalho, carnês, guias, recibos e outros comprovantes podem ser importantes para demonstrar o histórico contributivo.

Planejamento previdenciário também é isso: conferir as informações com antecedência e organizar os documentos antes de precisar da aposentadoria.

Não deixe para descobrir um problema somente quando for pedir o benefício.

30/07/2026

PCD no INSS não é só quem usa cadeira de rodas.

A deficiência também pode ser física, auditiva, visual, mental, intelectual ou sensorial. Ela pode decorrer de uma doença, acidente ou sequela que, ao longo do tempo, gere barreiras reais no trabalho, na rotina ou na participação social.

Podem merecer análise situações como:

🔹 perda auditiva, inclusive com uso de aparelho;
🔹 visão monocular ou outras limitações visuais;
🔹 amputações, próteses e sequelas de acidentes;
🔹 limitações relevantes na coluna ou nas articulações;
🔹 autismo e impedimentos de natureza mental ou intelectual;
🔹 doenças ou sequelas que reduzam a mobilidade, a autonomia ou a participação social.

Mas atenção: o diagnóstico ou o CID, sozinho, não garante a aposentadoria da pessoa com deficiência.

O INSS avalia a existência da deficiência, sua data de início, duração, grau e as barreiras enfrentadas pela pessoa. Essa análise envolve avaliação médica e social. Por isso, duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber conclusões diferentes.

Existem duas modalidades principais:

Aposentadoria por idade da pessoa com deficiência:
55 anos para a mulher e 60 anos para o homem, com 15 anos de contribuição na condição de pessoa com deficiência e carência de 180 contribuições.

Aposentadoria por tempo de contribuição da pessoa com deficiência:
não exige idade mínima. O tempo varia conforme o grau da deficiência:

🔹 grave: 20 anos para a mulher e 25 para o homem;
🔹 moderada: 24 anos para a mulher e 29 para o homem;
🔹 leve: 28 anos para a mulher e 33 para o homem.

Deficiência não é a mesma coisa que incapacidade para o trabalho. A pessoa pode continuar trabalhando e, preenchidos os requisitos, ter direito à aposentadoria da pessoa com deficiência.

Nem toda deficiência é visível. O que importa não é apenas o nome da doença, mas o impacto concreto da limitação na vida da pessoa.

Familiar Faleceu???
29/07/2026

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Você está se programando para a aposentadoria?
25/07/2026

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💰 Pagar mais INSS garante uma aposentadoria maior?Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre os contribuintes individu...
24/07/2026

💰 Pagar mais INSS garante uma aposentadoria maior?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre os contribuintes individuais, autônomos e profissionais liberais.

A resposta é: nem sempre.

Desde a Reforma da Previdência (EC nº 103/2019), o valor da aposentadoria passou a depender de diversos fatores. O simples aumento do valor das contribuições não garante, por si só, um benefício maior.

Na prática, o cálculo considera, entre outros aspectos:

✔️ o tempo total de contribuição;

✔️ o histórico das contribuições realizadas;

✔️ a regra de aposentadoria aplicável ao segurado;

✔️ a média dos salários de contribuição utilizada no cálculo do benefício.

Exemplo prático

Imagine dois contribuintes.

O primeiro contribuiu durante muitos anos sobre um salário próximo ao mínimo e, faltando poucos anos para se aposentar, decide passar a contribuir sobre o teto do INSS.

O segundo fez contribuições mais elevadas durante grande parte da vida laboral.

Embora ambos possam contribuir com o mesmo valor nos últimos anos, o resultado da aposentadoria poderá ser diferente, porque o histórico de contribuições influencia diretamente o cálculo do benefício.

Então vale a pena contribuir com um valor maior?

Depende do seu caso.

Existem situações em que aumentar a contribuição pode representar uma estratégia interessante.

Em outras, o aumento do valor pago pode gerar apenas um custo maior, sem um ganho proporcional na renda futura.

Por isso, antes de alterar o valor das contribuições, é recomendável compreender como as regras previdenciárias se aplicam ao seu histórico e aos seus objetivos.

Planejamento previdenciário não é pagar mais ou pagar menos.

É contribuir da forma mais adequada para alcançar a melhor proteção previdenciária possível, dentro da realidade de cada segurado.



💬 Você contribui para o INSS por conta própria? Já teve dúvida sobre qual valor pagar? Compartilhe sua experiência nos comentários.

PrevidênciaSocial

22/07/2026

Endereço

Maringá, PR
87020230

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