Rodrigo Esteves & Advogados Associados

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No dia 22 de outubro, estarei na Faculdade de Direito da UFJF para participar do I Seminário sobre a Reforma Tributária,...
01/10/2026

No dia 22 de outubro, estarei na Faculdade de Direito da UFJF para participar do I Seminário sobre a Reforma Tributária, evento que integra a programação do SEMPEX/UFJF.

A partir das 18h, estarei ao lado de grandes colegas em um painel no qual vou falar sobre “Comitê Gestor do IBS: ‘Too big to fail (wrong)’”, contribuindo para as discussões sobre os novos caminhos da tributação e os impactos da Reforma Tributária.

O evento contará com dois dias de palestras e debates sobre temas como federalismo fiscal, justiça tributária, mudanças na legislação e os impactos da Reforma em diferentes setores.

➡️ As inscrições são gratuitas e os participantes terão direito a certificado por painel. Inscreva-se pelo perfil da

O STJ aprovou novas regras em seu Regimento Interno que alteram pontos importantes da tramitação dos processos no Tribun...
24/09/2026

O STJ aprovou novas regras em seu Regimento Interno que alteram pontos importantes da tramitação dos processos no Tribunal.

Entre as mudanças, estão:

👉 Resumo obrigatório nas petições: recursos e ações originárias encaminhados ao STJ deverão apresentar, de forma objetiva, os principais fundamentos de fato e de direito, pedidos formulados, decisões questionadas e dispositivos legais envolvidos.

👉 Julgamento virtual de recursos repetitivos: o Tribunal passou a permitir que determinados recursos repetitivos, especialmente em casos de reafirmação de jurisprudência dominante, sejam analisados em sessão virtual.

👉 Nova distribuição de competências: alguns mandados de segurança, habeas corpus e habeas data contra atos de Ministros de Estado passam a ser julgados pelas Turmas, e não mais pelas Seções.

👉 Alterações nas sessões virtuais: pedidos de retirada do julgamento virtual deverão ser apresentados dentro do prazo estabelecido pelo regimento, e a ausência de análise do pedido não gera nulidade automática, sendo necessário demonstrar prejuízo.

As mudanças indicam mais avanço do Tribunal no sentido de otimizar os julgamentos, viabilizar o uso de sistemas informáticos (sobretudo IA generativa) para o julgamento dos recursos e valorizar a competência das Turmas julgadoras, que são compostas por cinco ministros cada, em detrimento da concentração em colegiados maiores, como as Seções, compostas por duas Turmas de mesma competência material.

Mas é sempre bom reafirmar que, acima de tudo, devem os tribunais atuar de forma republicana; seus julgadores devem receber advogados e membros do Ministério Público e da Defensoria de forma igualitária, sem privilégios pessoais, que muito contribuem para o esclarecimento de situações de fato e apontam os pontos mais relevantes de cada julgamento.

Devem os tribunais, sempre, reafirmar o brocardo de que “em Direito, os fins jamais justificam os meios”; ou seja, não há Justiça que pressuponha o barateamento do devido processo legal, do direito à ampla defesa e do dever de fundamentação adequada das decisões.

Queridos amigos, nesta terça-feira, dia 15/09, tivemos a honra, eu e Nádia Gomes Sarmento (), minha esposa, de assinarmo...
16/09/2026

Queridos amigos, nesta terça-feira, dia 15/09, tivemos a honra, eu e Nádia Gomes Sarmento (), minha esposa, de assinarmos conjuntamente um artigo para o livro "Estudos sobre Direito Material e Processual Penal", em homenagem ao Ministro Teodoro Silva Santos.

O lançamento se deu no Espaço Cultural do STJ, que é lindo, em um evento muito prestigiado por outros ministros e pela comunidade jurídica em geral.

Para nós, em especial, tivemos a alegria de levar Maria Antonia, nossa filha, que a tudo presenciou e conosco comemorou.

Um carinho especial à Dra. Fernanda Mathias de Souza Garcia, uma das organizadoras da obra, pela gentileza do convite.

As eleições de 2026 se aproximam, e um dos principais desafios está fora da urna: a qualidade das informações que chegam...
10/09/2026

As eleições de 2026 se aproximam, e um dos principais desafios está fora da urna: a qualidade das informações que chegam ao eleitor.

👉 A Justiça Eleitoral vem aprimorando o sistema há décadas:
🔹 1986: consolidação do cadastro único e automatizado de eleitores.
🔹 1994: processamento eletrônico dos resultados das eleições gerais com recursos próprios do TSE.
🔹 1996: início do uso das urnas eletrônicas.

A segurança também passou a ser acompanhada por mecanismos de fiscalização e te**es. Em 2002, estudo solicitado pelo TSE à Unicamp concluiu pela segurança e confiabilidade do sistema. Em 2009, ganhou força o Teste Público de Segurança, posteriormente incorporado de forma permanente ao processo eleitoral.

Após as eleições de 2014, o TSE também autorizou o fornecimento de dados e arquivos técnicos para auditoria, reforçando a possibilidade de fiscalização do sistema.

Hoje, uma parte importante da preocupação está no ambiente digital. As experiências de 2018 e 2022 colocaram em evidência o impacto da desinformação disseminada por redes sociais e aplicativos de mensagens.

Em 2026, esse cenário ganha uma nova camada com o avanço da inteligência artificial e a facilidade de produzir conteúdos manipulados cada vez mais convincentes.

O desafio passa, portanto, por preservar a liberdade de escolha do eleitor diante de informações falsas, conteúdos produzidos por IA e estratégias de manipulação digital.

👉 O TSE definiu um ponto importante para as Eleições 2026: a proibição específica ao uso de deepfake depende de o conteú...
03/09/2026

👉 O TSE definiu um ponto importante para as Eleições 2026: a proibição específica ao uso de deepfake depende de o conteúdo ser caracterizado como propaganda eleitoral.

No mesmo julgamento, o Tribunal também estabeleceu o que deve ser considerado deepfake: conteúdo produzido ou manipulado por inteligência artificial, com aparência realista, capaz de criar, reproduzir ou alterar a imagem, a voz ou a manifestação de uma pessoa.

A discussão surgiu a partir de um vídeo exibido durante a convenção nacional do PL, no qual a imagem e a voz de Jair Bolsonaro foram recriadas por IA para manifestar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Por 4 votos a 3, o TSE entendeu que, naquele caso específico, o vídeo não configurou propaganda eleitoral antecipada. A maioria considerou que ele foi apresentado em uma convenção partidária e que não houve pedido explícito de voto.

Por isso, o pedido para retirada do vídeo e aplicação de multa foi rejeitado.

A decisão não libera o uso de deepfakes nas eleições. A regra que proíbe esse tipo de conteúdo continua válida quando ele é utilizado como propaganda eleitoral para favorecer ou prejudicar uma candidatura.

O que muda é a análise anterior: primeiro será necessário verificar se aquele conteúdo, dentro do contexto em que foi divulgado, caracteriza propaganda eleitoral.

Segundo, só será considerada ilícita a deepfake que tenha aptidão pra criar uma aparência de realidade com a manipulação de imagens, vozes e gestos de pessoas.

Já a deepfake visivelmente não realística, que não crie impressão de realidade no imaginário do eleitor, não será considerada ilícita.

A ver como a realidade da campanha se imporá, o volume de ações judiciais etc.

Hoje é Dia do Advogado.Ao longo da minha trajetória, aprendi que a advocacia exige muito mais do que domínio técnico. É ...
11/08/2026

Hoje é Dia do Advogado.

Ao longo da minha trajetória, aprendi que a advocacia exige muito mais do que domínio técnico. É preciso compreender cada contexto, avaliar riscos, antecipar problemas e assumir a responsabilidade pelas orientações que damos a quem confia no nosso trabalho.

É uma profissão que exige estudo constante, ética e compromisso com a defesa de direitos.

Neste 11 de agosto, deixo meu reconhecimento a todos os colegas que exercem a advocacia com seriedade, responsabilidade e dedicação.

Feliz Dia do Advogado! ⚖️

10/08/2026

Na quinta-feira (06/08), estive no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, para despachar memoriais de um habeas corpus em que atuo, que busca desconstituir decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça.

Estar presencialmente no STF, apresentar os principais fundamentos do caso e conversar com os gabinetes dos Ministros e suas assessorias faz parte de uma atuação que considero essencial em processos dessa relevância.

É um trabalho que exige preparação, estratégia e acompanhamento próximo de cada etapa.

👉 Precisa de representação jurídica em Brasília ou de consultoria especializada? Entre em contato pelo link da bio.

23/07/2026

A pejotização ainda gera dúvidas e decisões diferentes no país. ⚖️

No Tema 1.389, o STF vai analisar três pontos centrais: quando a contratação de pessoa jurídica ou trabalhador autônomo é válida, se esses processos devem ser julgados pela Justiça do Trabalho ou pela Justiça comum e quem deve provar a existência de fraude.

A decisão poderá trazer mais segurança para empresas e profissionais, principalmente nos casos em que um contrato civil é questionado como possível relação de emprego.

No vídeo, explico o que está em julgamento e por que a definição do Supremo pode mudar a condução desses processos. ☝️

👉 A inteligência artificial já deixou de ser novidade na advocacia. Segundo pesquisa divulgada pelo Centro de Ensino e P...
16/07/2026

👉 A inteligência artificial já deixou de ser novidade na advocacia. Segundo pesquisa divulgada pelo Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV Direito SP, cerca de 80% dos profissionais do setor jurídico usam IA generativa com alta frequência, e 58% afirmam utilizá-la diariamente.

Na rotina jurídica, essas ferramentas já auxiliam na revisão de textos, no resumo e na análise de documentos, na pesquisa de jurisprudência, na construção de argumentos e na preparação de minutas.

O ganho de produtividade é evidente, mas o conteúdo gerado precisa ser conferido antes de chegar a um cliente, processo ou decisão.

Um caso recente no TST mostrou o tamanho desse risco: uma empresa de telecomunicações e seu advogado foram multados por litigância de má-fé após apresentarem jurisprudência inexistente. Segundo o Tribunal, a informação poderia induzir o juízo a erro e gerar vantagem processual indevida.

A Recomendação nº 1/2024 do Conselho Federal da OAB orienta a revisão e a verificação do conteúdo produzido por IA, especialmente em pesquisas de jurisprudência.

A tecnologia pode acelerar o trabalho jurídico. A responsabilidade pelo conteúdo apresentado, porém, continua sendo do advogado.

Como você tem usado a IA na sua rotina jurídica? 👇

👉 Durante muito tempo, soberania estatal foi associada ao controle do território, à proteção das fronteiras e ao poder m...
10/07/2026

👉 Durante muito tempo, soberania estatal foi associada ao controle do território, à proteção das fronteiras e ao poder militar. Hoje, esse debate também passa por dados, inteligência artificial, infraestrutura digital e capacidade regulatória.

No XIV Fórum de Lisboa, a advogada e pesquisadora Laura Schertel Mendes destacou que a soberania nacional está diretamente ligada à autodeterminação dos Estados diante das redes de tecnologia e do avanço da IA.

O Brasil já deu passos importantes com a LGPD e com normas voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Ainda assim, o desafio agora é maior: criar regras capazes de acompanhar a velocidade da inovação sem perder de vista direitos fundamentais, segurança jurídica e interesse público.

Na prática, discutir soberania tecnológica é discutir quem controla os dados, quem define as regras do ambiente digital e como o Estado se prepara para lidar com infraestruturas cada vez mais estratégicas.

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