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Proteja o patrimônio da família e evite decisões que podem gerar prejuízos.

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Fundado com o objetivo de oferecer serviços jurídicos de excelência, nosso escritório de advocacia alia seriedade, competência, compromisso com prazos, empatia e confiança para atender às necessidades de nossos clientes. Com atuação nas áreas de Direito da Família e Sucessões, somos guiados pela busca constante por soluções inovadoras e eficazes, valorizando a ética e a transparência em todas as nossas ações. Sediado na cidade de Fortaleza/CE desde 2024 e atuando na cidade de Fortaleza, nosso escritório conta com a expertise das sócias Andréa Pinto Moreira de Azevedo e Ticiana de Menezes Furtado, além de uma equipe de advogados altamente qualificados e dedicados a enfrentar os mais diversos desafios jurídicos. Juntos, compartilhamos a visão de um atendimento personalizado, pautado na empatia e na compreensão das particularidades de cada caso. Nosso compromisso com prazos é uma das características que nos diferencia no mercado, pois entendemos que o tempo é um fator crucial para o sucesso de nossos clientes. A confiança é a base para o estabelecimento de relações duradouras e, por isso, prezamos pela integridade e sigilo das informações compartilhadas conosco. Convidamos você a conhecer nosso escritório e nossa equipe, e a descobrir como podemos auxiliar na resolução de suas demandas jurídicas.

A previdência privada não recebe um tratamento único na partilha de bens, já que sua inclusão no divórcio depende do tip...
17/09/2026

A previdência privada não recebe um tratamento único na partilha de bens, já que sua inclusão no divórcio depende do tipo de plano contratado e da forma como os valores foram constituídos ao longo do tempo.

Um dos primeiros pontos a observar é a diferença entre Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), pois cada modalidade possui regras próprias de tributação e de formação do patrimônio.

Também é importante considerar em que fase o plano se encontra, acumulação ou recebimento, já que isso influencia diretamente na possibilidade de divisão.

A origem dos recursos aplicados na previdência é outro fator determinante, especialmente quando os aportes foram feitos durante a união. Nesse contexto, o regime de bens do casal também tem papel central na definição do que será partilhado.

Resgates realizados antes da separação podem alterar significativamente o saldo a ser considerado, assim como planos de previdência vinculados ao empregador, que exigem análise específica das condições contratuais.

Além disso, é essencial examinar o contrato e as movimentações realizadas ao longo do tempo, já que o simples enquadramento como previdência privada não define automaticamente sua natureza patrimonial.

Assim, o tratamento jurídico depende do conjunto de fatores envolvidos, e não apenas da nomenclatura do investimento.

A análise dos contratos e extratos permite identificar quais valores integram o patrimônio comum e podem ser partilhados.

A descoberta de um bem após a conclusão do inventário pode alterar o valor global da herança, mas isso não significa que...
16/09/2026

A descoberta de um bem após a conclusão do inventário pode alterar o valor global da herança, mas isso não significa que toda a partilha anterior será desfeita ou reavaliada.

Em regra, o cálculo dos quinhões hereditários já definidos permanece válido. A nova discussão recai apenas sobre o patrimônio que não foi incluído anteriormente, por meio da sobrepartilha.

Esse novo bem é dividido entre os mesmos herdeiros, respeitando as proporções já estabelecidas, podendo haver ajustes ou compensações quando necessário para manter o equilíbrio entre as partes.

Em algumas situações, pode ser considerado o adiantamento de herança ou a existência de bens indivisíveis, o que exige soluções específicas para evitar prejuízos entre os sucessores.

Também é relevante observar acordos firmados anteriormente, que podem influenciar a forma de redistribuição, especialmente quando já houve consenso formal entre os herdeiros.

Casos de erro, omissão ou ocultação de bens na partilha original podem, em situações mais complexas, justificar uma revisão mais ampla dos efeitos da divisão anterior.

Na maior parte dos casos, porém, a sobrepartilha apenas complementa o inventário, sem modificar o que já foi partilhado.

A análise jurídica da partilha anterior ajuda a identificar se haverá apenas inclusão do novo bem ou necessidade de compensações entre os herdeiros.

✨ 15 de Setembro | Dia do ClienteNa advocacia, confiança não se conquista apenas com conhecimento jurídico.Conquista-se ...
15/09/2026

✨ 15 de Setembro | Dia do Cliente

Na advocacia, confiança não se conquista apenas com conhecimento jurídico.
Conquista-se com escuta, responsabilidade, ética e compromisso com cada história que chega até nós.

Hoje, a Furtado Pinto Advocacia celebra aqueles que nos confiam seus momentos mais importantes, seus patrimônios, suas famílias e seus projetos de vida.

A cada cliente, nossa sincera gratidão pela confiança e pela oportunidade de fazer parte da sua história.

Nosso compromisso é transformar confiança em cuidado, segurança e resultados.

Feliz Dia do Cliente! 🤍

Furtado Pinto Advocacia
Excelência jurídica com atendimento que valoriza pessoas.

O surgimento de um bem que não foi incluído no inventário já finalizado não obriga a família a iniciar todo o processo n...
14/09/2026

O surgimento de um bem que não foi incluído no inventário já finalizado não obriga a família a iniciar todo o processo novamente. Nesses casos, a lei permite uma medida complementar, voltada apenas à regularização do patrimônio que ficou de fora.

A sobrepartilha não se confunde com o inventário original. Enquanto o inventário trata da totalidade dos bens do falecido, a sobrepartilha é utilizada de forma pontual, apenas para incluir ativos que foram descobertos posteriormente, esquecidos ou não informados no momento da partilha inicial.

Em regra, é possível aproveitar toda a documentação já produzida no inventário anterior, o que torna o procedimento mais simples e rápido.

Dependendo da situação, a sobrepartilha pode ocorrer tanto pela via judicial quanto pela extrajudicial.

Quando todos os herdeiros estão de acordo e não há a presença de menores ou incapazes, o procedimento tende a ser ainda mais rápido. Caso contrário, será necessária a atuação do Ministério Público em processo judicial.

Também devem ser observados os custos envolvidos e a incidência de tributos sobre o novo bem incluído na partilha.

A sobrepartilha funciona como uma extensão do inventário, limitada exclusivamente aos bens que não foram partilhados anteriormente.

A orientação jurídica auxilia na escolha do procedimento mais adequado e seguro para complementar a partilha já realizada.

Decisões tomadas sem planejamento podem gerar prejuízos patrimoniais e aumentar os conflitos durante o divórcio.O primei...
13/09/2026

Decisões tomadas sem planejamento podem gerar prejuízos patrimoniais e aumentar os conflitos durante o divórcio.

O primeiro erro é confiar apenas em acordos verbais. Combinações sobre bens, pensão, dívidas ou guarda devem ser formalizadas para reduzir dúvidas e permitir o cumprimento do que foi definido.

Outro problema é ocultar ou transferir patrimônio para terceiros. Além de não impedir necessariamente a partilha, essa conduta pode ser questionada judicialmente e prejudicar quem tentou esconder os bens.

Também é arriscado vender imóveis, sacar valores elevados, contrair dívidas ou abandonar documentos importantes sem compreender os efeitos dessas atitudes.

Antes de sair da residência, movimentar o patrimônio ou firmar qualquer acordo, organize os documentos e conheça seus direitos. Um planejamento adequado ajuda a reduzir riscos e a preservar provas.

Busque orientação jurídica antes de tomar decisões que possam afetar a partilha ou os filhos.

Lamentavelmente, o Brasil tem estatísticas alarmantes sobre abuso infantil.Por isso, todo cuidado é pouco!Pais e familia...
12/09/2026

Lamentavelmente, o Brasil tem estatísticas alarmantes sobre abuso infantil.

Por isso, todo cuidado é pouco!

Pais e familiares, prestem atenção nestas 3 atitudes:

1 - Não invalide o que a criança diz.

Mantenha o diálogo aberto e respeite suas falas. Isso fará com que ela se sinta segura e confortável para compartilhar qualquer problema que ocorrer.

2 - Esteja atento ao uso que seu filho faz da internet.

Monitore suas atividades online, acompanhe e oriente, pois os abusos também podem ocorrer no ambiente digital.

3 - Ensine desde cedo que o corpo da criança deve ser respeitado.

Explique que ninguém, nem mesmo uma pessoa próxima, deve tocá-la sem permissão.

Essas atitudes podem parecer simples para nós, adultos, mas são essenciais para as crianças em fase de aprendizado e crescimento.

Infelizmente, as estatísticas mostram que abusos acontecem até mesmo por parte de familiares e pessoas próximas.

Portanto, seja o porto seguro em quem a criança possa confiar!

Compartilhe essa informação para conscientizar outras famílias. E se precisar de ajuda, busque por um(a) advogado(a) da área para te amparar.

Receber um imóvel como herança não significa que ele nunca poderá ser adquirido por usucapião. Em algumas situações, até...
11/09/2026

Receber um imóvel como herança não significa que ele nunca poderá ser adquirido por usucapião. Em algumas situações, até mesmo um herdeiro pode conseguir o reconhecimento da propriedade exclusiva de um imóvel que também pertence aos demais.

Isso acontece porque, após o falecimento, os herdeiros passam a ter direitos sobre a herança. Se apenas um deles permanece no imóvel, é necessário analisar como essa posse vem sendo exercida e se ela realmente demonstra intenção de ser dono exclusivo.

Imagine três irmãos que herdam uma casa, mas apenas um deles permanece no imóvel por muitos anos, cuidando da propriedade, pagando impostos, realizando melhorias e utilizando o local como se fosse exclusivamente seu.

Dependendo das circunstâncias, essa situação pode permitir o reconhecimento da usucapião.

Mas não basta morar sozinho no imóvel ou pagar as despesas da casa. É necessário demonstrar uma posse exclusiva, contínua e sem que os demais herdeiros contestem, além do cumprimento do prazo e dos demais requisitos da modalidade de usucapião pretendida (usucapião extraordinária, 15 anos, usucapião ordinária, 10 anos e usucapião rural 5 anos).

Por isso, cada caso precisa ser analisado com cuidado, especialmente documentos, tempo de posse e comportamento dos demais herdeiros.

Busque orientação jurídica e salve este conteúdo.

Quem mora em um imóvel alugado, não pode pedir usucapião, pelo simples fato de permanecer no imóvel durante muitos anos....
10/09/2026

Quem mora em um imóvel alugado, não pode pedir usucapião, pelo simples fato de permanecer no imóvel durante muitos anos. Isso não transforma o inquilino em proprietário.

O inquilino entrou no imóvel por meio de um contrato de aluguel e reconhece que outra pessoa é a proprietária. Enquanto essa relação continuar, sua posse não é exercida como se fosse dono.

Uma pessoa que aluga uma casa e permanece nela por 15 anos, pagando aluguel regularmente. Mesmo depois de todo esse tempo, ela não poderá simplesmente pedir a usucapião alegando que mora no imóvel há muitos anos.

Porém, existem situações excepcionais. Se houver uma mudança clara na forma como a pessoa passa a exercer a posse, deixando de reconhecer o proprietário e passando a agir como dona do imóvel, pode surgir a discussão sobre usucapião.

Mas essa mudança precisa ser comprovada e analisada com cuidado, não bastando apenas parar de pagar o aluguel.

Assim, quem ocupa um imóvel por meio de contrato de aluguel não adquire a propriedade apenas porque permaneceu no local durante muitos anos. É necessário verificar como essa posse começou, como ela foi exercida ao longo dos anos e se houve alguma mudança que permita caracterizá-la como posse de dono.

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Comprar um imóvel irregular pode trazer dificuldades que vão muito além da falta de documentos. Dependendo do problema, ...
09/09/2026

Comprar um imóvel irregular pode trazer dificuldades que vão muito além da falta de documentos. Dependendo do problema, a pessoa pode ter dificuldades para financiar, registrar ou transferir o imóvel.

Imagine alguém que comprou uma casa, mas descobriu que a construção não está registrada na matrícula, nesse caso será necessário a regularização junto à prefeitura, o que torna o processo mais demorado e custoso, com contratação de engenheiros ou arquitetos e demais prestadores de serviço.

Também existem situações mais complexas, como terreno em área de preservação, loteamento irregular, falta de aprovação da construção, problemas na documentação do proprietário ou divergência entre a área que existe no local e aquela que consta na matrícula.

Por isso, nem todo imóvel irregular pode ser regularizado da mesma forma. Em alguns casos, será possível corrigir a documentação; em outros, será necessário recorrer a procedimentos administrativos ou até mesmo à justiça.

Antes de comprar ou tentar regularizar um imóvel, é importante verificar a matrícula, os documentos da propriedade e a situação perante a prefeitura.

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O chamado contrato de gaveta é muito utilizado para negociar imóveis sem que a transferência seja registrada oficialment...
08/09/2026

O chamado contrato de gaveta é muito utilizado para negociar imóveis sem que a transferência seja registrada oficialmente no cartório de registro de imóveis. Mas será que esse documento tem validade? Pode ter, mas não significa que o comprador se tornou proprietário do imóvel.

Uma pessoa que compra uma casa, paga o valor combinado e assina apenas um contrato particular com o vendedor, mas nunca registra a transferência, consegue comprovar o negócio realizado entre as partes, porém, perante terceiros, a situação pode ser diferente.

Isso acontece porque, no Brasil, a propriedade de um imóvel só é transferida oficialmente com o registro do título no cartório de registro de imóveis. Enquanto isso não acontece, o vendedor continua aparecendo como proprietário na matrícula.

E os riscos não estão apenas na falta de registro. O vendedor pode ter dívidas, falecer, vender o imóvel novamente ou sofrer alguma restrição judicial. Além disso, dependendo da situação, o comprador pode enfrentar dificuldades para vender, financiar ou regularizar o imóvel.

Por isso, o contrato de gaveta pode servir como prova do negócio realizado, mas não substitui o registro da propriedade. Antes de comprar um imóvel dessa forma, é fundamental verificar a matrícula, a situação do vendedor e a possibilidade de regularizar a transferência.

Busque orientação jurídica e salve este conteúdo.

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