Camila Castelo Branco • Advocacia Especializada

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Camila Castelo Branco • Advocacia Especializada | Direito de Família e Criminal
| Atuação em todo o Brasil
| Membro da Diretoria da ACAF

A pensão foi definida quando seu filho era pequeno. Hoje, os gastos são outros. Ou a renda de quem paga mudou e ficou di...
16/09/2026

A pensão foi definida quando seu filho era pequeno. Hoje, os gastos são outros. Ou a renda de quem paga mudou e ficou difícil manter o valor.

É nessas situações que pode fazer sentido pedir uma revisão. Ela serve tanto para aumentar quanto para reduzir a pensão, desde que a mudança seja comprovada.

Não basta dizer que está caro ou que o dinheiro não dá. É preciso mostrar o que mudou nas necessidades de quem recebe e na capacidade financeira de quem paga.

E atenção: entrar com o pedido não autoriza pagar menos por conta própria. A decisão em vigor precisa ser respeitada.

Se o valor já não corresponde à realidade da sua família, reúna os comprovantes e procure orientação jurídica para avaliar o caso.

15/09/2026

Tem coisa que parece simples até começar a discussão sobre quem f**a com o quê. 😅

“Depois a gente divide.”
“A gente resolve entre nós.”
“Não precisa complicar.”

É justamente nesse momento que decisões tomadas sem entender o regime de bens, a origem do patrimônio, dívidas e documentos podem virar uma grande dor de cabeça.

No divórcio, partilha não é simplesmente pegar tudo e dividir ao meio. Existem bens que podem entrar na divisão, outros que podem f**ar de fora e situações que dependem de quando e como aquele patrimônio foi adquirido.

O acordo pode até ser amigável. E ótimo quando é. Mas amigável não signif**a que você deva decidir sem saber exatamente quais são os seus direitos.

Porque economizar orientação hoje pode sair muito mais caro amanhã. 😅

“Mas ele nunca me bateu.”Essa frase pode esconder muita coisa. O medo de discordar, a obrigação de justif**ar cada passo...
11/09/2026

“Mas ele nunca me bateu.”

Essa frase pode esconder muita coisa. O medo de discordar, a obrigação de justif**ar cada passo, o afastamento das amigas, o dinheiro que você ganha e não pode usar.

Nem sempre é fácil reconhecer a violência quando ela vem de alguém que também diz amar você. E ter dificuldade de perceber ou de sair dessa situação não faz de você culpada.

Você não precisa esperar uma agressão física para buscar apoio. Sua liberdade, sua dignidade e seus limites importam.

Se reconheceu alguma dessas situações? Procure orientação e uma rede de apoio segura.

📞 Ligue 180 para orientação e denúncias. Em uma emergência, ligue 190.

10/09/2026

Tem frase que chega acompanhada daquela certeza de quem acha que encontrou uma brecha: “Doutora, mas está tudo no nome da minha mãe.” 😅

Só que, em uma discussão de partilha, o nome que aparece no documento não necessariamente encerra a análise.

Dependendo do caso, podem ser investigados a origem dos recursos, quando o patrimônio foi adquirido, quem efetivamente pagou e as circunstâncias daquela aquisição. Transferir ou registrar bens em nome de terceiros com a intenção de ocultar patrimônio também pode gerar consequências jurídicas.

No divórcio, tentar esconder bens pode transformar uma partilha que já seria delicada em um problema muito maior.

Porque trocar o nome no papel não apaga a origem do dinheiro.

E pode ter certeza: o juiz também sabe fazer perguntas.

06/09/2026

A rotina: 🤯

Divórcio não é só assinar um papel e seguir a vida. Existem verdades que ninguém gosta de ouvir, mas que fazem toda dife...
02/09/2026

Divórcio não é só assinar um papel e seguir a vida. Existem verdades que ninguém gosta de ouvir, mas que fazem toda diferença na hora de atravessar esse processo.

A Justiça pode resolver patrimônio, guarda, convivência e pensão. Mas ela não existe para curar as feridas do relacionamento ou determinar quem “merecia” ter saído melhor emocionalmente.

Também não basta ter certeza de que você está certo. No processo, documentos, registros e provas fazem diferença.

E quando existem filhos, há algo ainda mais importante: o casamento pode terminar, mas a responsabilidade de ser pai e mãe continua.

Quanto antes você conseguir separar a dor do fim da relação das decisões jurídicas que precisam ser tomadas, maiores as chances de evitar conflitos que poderiam acompanhar a família por anos.

Divórcio é encerramento. Mas também precisa ser organização para o que vem depois.

31/08/2026

Violência psicológica também é violência. E muitas vezes ela começa de um jeito que a própria vítima demora a reconhecer.

Não precisa existir agressão física para que um relacionamento seja abusivo. Humilhações constantes, ameaças, manipulação, controle, isolamento, chantagem e comportamentos destinados a causar dano emocional não devem ser tratados como simples “brigas de casal”.

E isso também tem repercussão jurídica. A Lei Maria da Penha reconhece expressamente a violência psicológica contra a mulher como uma forma de violência doméstica, e o Código Penal prevê o crime de violência psicológica contra a mulher.

Ninguém precisa esperar uma agressão física acontecer para procurar proteção. Dependendo da situação, é possível buscar orientação jurídica, registrar os fatos e requerer medidas protetivas.

Se você vive algo parecido, não normalize aquilo que está destruindo você aos poucos. Procure ajuda e orientação.

📞 Em situação de emergência, ligue 190. Para orientação e denúncia de violência contra a mulher, o Ligue 180 funciona 24 horas e é gratuito.

I FÓRUM CRIMINALISTA DO BRASIL 2ª edição
29/08/2026

I FÓRUM CRIMINALISTA DO BRASIL
2ª edição

28/08/2026

Esse vídeo toca em uma realidade que aparece com frequência nas separações: o relacionamento termina, mas a responsabilidade com os filhos continua.

Quando a rotina, os cuidados, as consultas, a escola, os horários, os imprevistos e toda a carga mental f**am concentrados em apenas um dos genitores, não estamos falando apenas de cansaço. Estamos falando de uma responsabilidade parental que deixou de ser verdadeiramente compartilhada.

Guarda compartilhada não é aparecer nos momentos bons, postar foto ou buscar a criança quando sobra tempo. É participar das decisões, dividir responsabilidades e estar presente na vida real.

E quando essa divisão não acontece espontaneamente, o Direito de Família pode ser o caminho para organizar guarda, convivência, pensão e responsabilidades de forma mais justa.

Porque o fim do casamento não encerra a maternidade nem a paternidade.

27/08/2026

Guarda compartilhada não é só colocar na bio: “meus filhos são tudo pra mim”.

Na prática, ela exige presença, participação e, principalmente, responsabilidade.

Não signif**a que a criança precisa passar exatamente metade do tempo com cada um dos pais. Signif**a que pai e mãe continuam responsáveis pelas decisões importantes da vida dos filhos, mesmo depois da separação.

Escola, saúde, rotina, educação, compromissos e necessidades da criança não podem f**ar sempre nas costas de apenas um enquanto o outro exerce uma espécie de “guarda compartilhada gourmet”: participa quando é conveniente.

Avós e familiares podem ajudar? Claro. O problema é quando a ajuda vira substituição constante da responsabilidade parental.

Porque guarda compartilhada não é dividir fotografia bonita nas redes sociais.

É dividir responsabilidade na vida real.

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Fortaleza, CE
60.192-022

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