23/09/2026
O que passa pela cabeça de um profissional que sofre uma abordagem armada no expediente?
O impacto psicológico desse tipo de violência vai muito além do prejuízo material, mas por muito tempo os trabalhadores enfrentavam barreiras burocráticas enormes para comprovar a dor sofrida na Justiça. Com esse entendimento recente da 3ª Turma do TST, o tribunal reconhece que a gravidade de uma arma apontada para o trabalhador dispensa a exigência de laudos psicológicos complexos para demonstrar o abalo.
No entanto, a decisão reforça que a responsabilidade da empresa e a fixação da indenização dependem diretamente de como a segurança do local de trabalho era gerida e se havia exposição desproporcional ao risco. Para prevenir esses cenários, as empresas precisam investir em protocolos rígidos de segurança corporativa, controle de acesso e suporte imediato às vítimas, enquanto o trabalhador deve sempre documentar ocorrências e boletins de ocorrência.
💬Na sua opinião, as empresas estão preparadas para garantir um ambiente de trabalho seguro contra a violência urbana?
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