24/06/2026
Segundo a advogada especialista em guarda e convivência, Dra. Michelle Albertini, nem sempre a quantidade de dias disponíveis é o que define a qualidade do vínculo entre pai e filho.
Muitos pais possuem profissões que exigem viagens frequentes, escalas diferenciadas ou rotinas incompatíveis com modelos tradicionais de convivência.
Isso não significa que estejam abrindo mão da parentalidade.
O Direito de Família reconhece que cada família possui uma realidade diferente. Por isso, a convivência pode ser regulamentada de forma personalizada, considerando a rotina dos pais e, principalmente, o melhor interesse da criança.
Ser um pai presente também é participar das decisões, acompanhar o crescimento do filho e demonstrar interesse genuíno pela sua vida, mesmo quando o trabalho exige adaptações.
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