14/05/2024
Téo Azevedo. Que um dia deu seu primeiro grito selvagem. Nos libertou para cantar os cantos do Brasil puro. Provou da pureza do calix bento. O guerrilheiro da natura, sempre a venerar o Basil com S. Transformando-se no Rei do Pequi. Aboaindo a todos nós. Violando aos norte-mineiros e aos demais simpatizantes. Navegando pelo velho chico e andando entre os Montes Claros das gerais. Devoto de São José, onde uma vez o povo o viu, no topo de um Alto Belo, lá pras bandas de Bocaiúva. Vá embora meu pai. Descanse em paz. Com os Ternos Pingos de Saudades de seu filho Leandro. 02/07/1943 - 12/05/2024.